"Alguns pensam que vivem, mas estão totalmente enganados. Iludem-se. Vegetam, no fausto inglório. Afundam-se, na miséria humana, na riqueza material que não leva a lugar nenhum. Não experimentaram jamais, quão rica é a vida, num plano que nunca alcançaram, com a musicalidade celestial do amor, da glória de amar e ser amado, de doar e receber doação, não do vil metal ou do enganoso pedaço de ouro - metal ou ofuscante diamante e da passageira e absurda glória terrena, pelo nada que fez!"
"O brilho de ouro me ofusca, me impedindo de poder ver, com clareza, a beleza que há na simplicidade e no viver sem luxo e sem riqueza. A vida simples me libertou da escravidão do ter e do poder" (Zeca Arouche)
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