segunda-feira, 10 de maio de 2010

O Piauí carece de obras estruturantes

Sem que haja um controle rígido da natalidade, nunca o estado será capaz de atender as demandas sociais, como por exemplo: emprego, moradia, saneamento básico, educação e saúde. Por que não se pensar em controle de natalidade a partir dos estados e municípios? A nova visão de desenvolvimento é muito equivocada. Precisamos deixar de romantizar a natalidade, a relação mãe e filho e sermos muito mais realistas. O desenvolvimento para por essas questões todas

O estado do Piauí deve votar para presidente da república em 2010, em quem se comprometer com a construção de obras estruturantes, como o Porto de Luís Correa e boas estradas no cerrado piauiense. Sem estradas e porto marítimo, um estado não pode pensar em desenvolvimento, a não serem aqueles que não têm mar, como o estado de Minas Gerais, mas que tem minérios de ferro.

Os petistas vivem a proclamar um desenvolvimento que não existe. As obras que o governo estadual em parceira com o governo federal realizou neste estado, estão muito aquém das reais necessidades deste estado. Estradas de rodagem são importantes, mas desde que sejam de boa qualidade e que sirvam para escoar a produção. O que definitivamente não é o caso das nossas estradas. Estradas que com dois anos de uso já estão destruídas.

Agora, para que sejam feitos investimentos na conclusão ou construção do Porto de Luís Correa, é necessário se faça antes um estudo de viabilidade econômica, para que não sejam jogados na lata do lixo, rios de dinheiro que poderiam muito bem ser usados em outros setores com maior capacidade de retorno; em áreas como a educação e saúde. Com o que nós já temos nesses dois setores, graças à iniciativa privada, e com o estado se colocando como parceiro nos negócios dos pólos de educação e de saúde de Teresina e induzindo esses setores a buscarem a interiorização, transformando os municípios de Parnaíba, São Raimundo Nonato e Picos, também em pólos de saúde e educação, este estado logo deixará de ser dependente do governo federal. O Piauí precisa de indústrias, mas que não poluam como as de papel e celulose.

A região dos cerrados piauienses para continuar dando a sua contribuição para o desenvolvimento do estado, basta que o governo construa boas estradas, invista na produção de energia e na construção de grandes armazéns para armazenar soja, milho e arroz.

A construção de mais uma barragem no rio Parnaíba para produzir energia, com o potencial já instalado, o Piauí estará bem servido desse insumo tão importante para o desenvolvimento de qualquer região. Essa história de que o governo federal pretende construir cinco usinas hidrelétricas é conversa para boi dormir. A mais deslavada mentira. Qualquer pessoa, por mais ingênua que seja, percebe logo de saída que tudo não passa de conversa fiada. Um conversa para inglês ver. É aquela velha história que diz: quando a promessa é grande o santo logo desconfia.

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