O que vocês irão ler agora, consta da biografia da candidata a presidência da república Dilma Rousseff, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Com bem diz o jornalista Ricardo Noblat no seu blog, uma nota para ser lida com um lenço ao alcance das mãoo. "Certo dia, bateu à porta um menino tão magro e de olhos tão tristes que ela (Dilma) rasgou ao meio a única nota que tinha. Ficou com metade da cédula e deu a outra metade ao menino. Dilma não sabia que meio dinheiro não valia nada. Mas já sabia dividir." Dividir o que, se a cédula não tinha nenhum valor material, nem para aquele garoto poder comprar uma média com pão?
Não seria um gesto mais humano de Dilma Rousseff, se ela pegasse aquele garoto pelo braço e o convidasse a entrar a sua luxuosa residência e lhe oferecesse algo para comer? Partir uma cédula ao meio e dá-la ao garoto, parece coisa de gente rica, que para retirar da sua porta os pobres e miseráveis, apela para qualquer artifício. Até para o engodo e a falsidade.
Para que serve então o lenço sugerido por Ricardo Noblat, para quando alguém for ler a nota publicada por ele no seu blog? Dessa sugestão você pode tirar todas as conclusões, até mesmo a de que Dilma Rousseff já naquele tempo - era uma pessoa muito esperta, capaz até de enganar uma pobre criança e não se tocar diante da pobreza extrema.
A pessoa humana desde a mais tenra idade, já revela as suas inclinações. Ou como diz o caboclo: o espinho desde cedo traz a ponta. Rasgar dinheiro sempre foi crime.
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