As principais manchetes dos telejornais de ontem, foram à morte de um garoto de apenas de anos, num colégio do estado do Rio de Janeiro, por uma bala perdida. Esse tipo de morte no Brasil que antes só se verificava na capital fluminense, hoje se verifica em todo país. Até mesmo capitais, até bem pouco tempo, reconhecidamente tranquilas, como Teresina, mas que de uma hora para outra se viu tomada por uma onda de violência, com as mesmas características da violência carioca, paulistana, soteropolitana e recifense.
O Brasil sob o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) mergulhou numa verdadeira onda de violência, onde o cidadão brasileiro não se encontra mais em segurança, nem mesmo nos lugares mais afastados dos grandes centros urbanos, uma vez que os assaltos a bancos, agências do correios e mortes provocadas pela guerra entre traficantes, passou a ser parte do cotidiano dos seus moradores.
Os crimes considerados hediondos em nosso país vêm crescendo numa velocidade assustadora, o que revela a doença do nosso tecido social, onde as pessoas para sobreviverem, apelam para todo tipo de recurso. As jovens pobres, mas bonitas, por exemplo, nas grandes cidades se prostituem para levarem uma vida melhor, como que desejando fugir das privações vividas no seu antigo lar. Os exemplos são muitos, sendo que os mais comuns são protagonizados pelas mulheres conhecidas como marias chuteiras, que vivem a cercar os jogadores de futebol, em busca de uma gravidez que lhes assegure uma pensão ou uma boa recompensa por uma noite de orgia e prazer, que elas podem proporcionam aos jogadores.
Na realidade, a prostituição no Brasil não é uma exclusividade das mulheres, mas de homens e mulheres jovens, que usam os seus corpos como instrumentos de sobrevivência. E essa prática bastante comum entre nós, é um reflexo de uma grave situação por que o passa este país, onde para sobreviver vale tudo. Desde participar do exército do narcotráfico, passando pela prostituição, indo até a dependência do programa Bolsa família. Que é como se fosse uma esmola dada pelo governo federal, que de maneira indireta funciona como paternalismo e assistencialismo. Que nas eleições é cobrada como se o dependente desse programa tivesse a obrigação de votar nos candidatos dos governos federal, estadual e até municipal.
A cada eleição, o pobre é cobrado pelos prefeitos e governadores ligados ao presidente da república fidelidade, uma fidelidade que deve ser manifesta através do voto, como um reconhecimento a esmola recebida. Agora mesmo o país está sendo bombardeado com propagandas oficiais que lembram a todo instante aos miseráveis da nação brasileira, a presença do Bolsa Família nas suas vidas. No interior os agentes remunerados pelo governo saem de porta em porta lembrando aos recalcitrantes que o voto no candidato do presidente da república, lhes garantirá a continuidade do benefício.
O Brasil infelizmente continua sendo o mesmo da República Velha, da Nova República, que trocou alguns coronéis, mas que ainda convive com essa excrescência.
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