quinta-feira, 15 de julho de 2010

Umas & Outras

A República dos Pelegos

Nos governos Lula, os dirigentes sindicais deixaram de fazer política sindical para servirem ao governo federal, desestimulando os movimentos grevistas para não criar  embaraços ao governo do Partido dos Trabalhadores (PT), com a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical se unindo num pacto de não agressão e de convivência harmoniosa entre essas duas forças sindicais. Em compensação, o governo do presidente Lula trabalhou diuturnamente para salvar o mandato de Paulinho da Força Sindical, um Ficha-Suja, que se não fosse à intervenção de forças ocultas que operam no Planalto central teria sido cassado e sua esposa presa, sob a  acusaçãode fraude.

É so o que se comenta no Estado

Em qualquer lugar onde se encontram duas ou mais pessoas reunidas, o assunto sempre gira em torno da grave situação financeira por que passa o estado Piauí, o que segundo essas mesmas pessoas vai acabar  trazendo sérios problemas para o governador Wilson Martins (PSB), que por manter-se fiel ao combinado com o Partido dos Trabalhadores (PT) poderá sacrificar o seu futuro político, não se reelegendo e ainda por cima, tendo que assumir a responsabilidade por uma herança maldita. Sempre vem a baila nessas conversas, o buraco, o rombo no DETRAN.  

Como se ele fosse continuar presidente

Quem assiste ao presidente da república Federativa do Brasil, Lula da Silva, falar da realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, da construção do Trem Bala, da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, parece está diante de um presidente que acaba de assumir o comando da nação. Como Lula está chegando ao fim do seu segundo mandato, é de se supor que ele espera continuar no comando do país, mesmo sendo outro o presidente de direito. Se ele continuar agindo assim, poderá no futuro vir a ter sérios problemas de natureza psicológica, por não saber viver fora do poder.  

Isso só a politica permite

Nenhum livro de auto-ajuda, nenhum mágico e nem mesmo o rei da mitologia grega Midas, com todo o seu poder que lhe foi conferido por Baco, seria capaz de tamanha façanha, que é alguém sem tradição nos negócios ficar rico só fazendo política. Pois é isso que se vê na política piauiense, onde sem trabalhar, só fazendo política, que como todo mundo sabe, não é um trabalho na verdadeira acepção da palavra, mas um período de férias remuneradas. Vejam vocês, que no estado do Piauí, tem um deputado federal que declarou a justiça eleitoral um patrimônio do qual consta 8  fazendas de gado. Se essas fazendas forem do porte das fazendas de Goiás e do Maranhão, esse deputado deve ter no mínimo 80 mil gados. Essas fazendas do deputado federal Marcelo Castro, me fizeram lembrar a história de um fazendeiro piauiense que resolveu comprar gado no Maranhão, mais precisamente na região tocantina. A bordo de uma reluzente caminhonete 4x4 refrigerada - esse pecuarista piauiense chegou numa fazenda em Imperatriz e procurou fazer contato com o dono da fazenda e ao ser inquirido pelo capataz sobre o  motivo da sua visita, disse que estava ali querendo comprar gado para aumentar e melhorar o seu plantel. Dito isso, esse fazendeiro piauiense foi logo levado para o escritório do fazendeiro maranhense e lhe foi servido um dos melhores vinhos produzido em França. Todo a vontade, o fazendeiro da terra de Mandu Ladino foi convidado a esperar pelo dono da fazenda que estava chegando de Goiás no seu avião Learjet modelo 36A. O fazendeiro maranhense ao retornar a uma das sua fazendas e ser informado que tinha no seu escritório uma fazendeiro piauiense querendo comprar gado, feliz da vida foi logo ao encontro do seu potencial comprador. Após  as apresentações de praxe, o maranhense foi direto ao assunto, perguntando sem nenhum rodeio quanto gados o piauiense desejava comprar. Ao que respondeu o piauiense, já meio eufórico após tomar muito vinho importado, que pretendia comprar 1000 gados, o que para o maranhense soou como uma grande piada, que após ser confirmada como uma proposta verdadeira, o fazendeiro imperatrizense, já fulo da vida por ter perdido o seu tempo e vinho - com aquele criador de gado do Piauí, foi logo lhe dizendo: "Me poupe dessa perda de tempo, pois quem vende uma quantidade de gado como essa que o senhor pretende é o meu vaqueiro lá no município de João Lisboa, na sua fazenda e passar bem". Tomara que as fazendas do deputado federal Marcelo Castro sejam do tamanho da do seu conterrâneo que foi comprar gado no Maranhão.

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