As riquezas naturais, renováveis ou não, estão desaparecendo, devido ao aumento do consumo de uma superpopulação, que em que pese todos os esforços de países superpopulosos, como a China e Índia, a população continua aumentando numa velocidade assustadora.
Nesses países, o espaço físico é bastante reduzido, se comparado a uma população que já superou a casa de um bilhão de almas. Uma população que para se alimentar, precisa de sempre de mais terra para o plantio de alimentos para o homem e para os animais.
O Brasil, um país que sobrevive da exportação de produtos primários, matérias primas, como a soja, o ferro e outros minerais e produtos alimentícios, vem destruindo as suas matas, os seus rios, as nascentes dos rios, para atender a uma demanda cada vez maior, da parte desses países - com uma superpopulação e pobres em recursos naturais.
Esse novo Código Florestal brasileiro deveria determinar o impedimento da criação de novas fronteiras agrícolas e a expansão das já existentes. É que o homem com a sua usura perdeu a noção e o limite de proteção do seu meio ambiente.
O governo brasileiro se ufana toda vez que anuncia uma redução no desmatamento, como se isso fosse significativo. Só reduzir o desmatamento que é feito para plantar soja, cana de açúcar (para produzir combustível) capim e criar gado, é insuficiente para se evitar um desastre ambiental anunciado.
O super consumo das sociedades capitalistas, exaure a Terra e os seus recursos naturais, o que acaba por comprometer o futuro da humanidade sobre este planeta. E como conseqüência desse super consumo, o planeta vai sendo tomado por uma produção de lixo, igualmente perigosa para a sobrevivência do homem.
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