No estado do Rio de janeiro, toda vez que as forças policiais pacificam uma área, o exército do tráfico muda o seu teatro de operação, ou seja, muda de favela ou bairro, sendo que alguns batalhões desse exército migram para as áreas nobres da cidade do Rio de janeiro, onde a ação das policias são dificultadas, devido à dispersão dos soldados do tráfico em meio a granfinagem da zona sul. Ao contrário dos morros e das favelas, onde eles se concentram mais numa área.
Mas o problema da nossa guerra não declarada, é que ela se espalha por todos os estados da federação, com os exércitos passando por um processo de mimetismo em cada Estado, de modo a confundir aqueles que os combatem.
Essa violência generalizada que tomou conta do país, antes desorganizada, hoje ela obedece a comando que faz com que ela mude de cara de um Estado para outro. Mas no fundo ela tem uma mesma origem: na produção, distribuição e comercialização de drogas em escala industrial, comercial e de consumo.
A falta de perspectivas dos jovens pobres, que sem opção de conquistarem uma vida digna, são atraídos para o exército da contravenção, aliada ao desajuste familiar que leva os jovens a buscarem uma fuga nas drogas, faz com que a cada dia aumente mais o número de jovens querendo ingressar num exército movido por alucinógenos e formado por jovens pobres, sem esperança e desiludidos com a vida que levam.
Esses jovens acabam sendo presas fáceis do fascínio exercido por um exército, que lhes oferece dinheiro, poder e uma glória momentânea.
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