Certa noite do ano de 1979 na Rua Barão da Torre, 407 –
Ipanema (RJ) eu ouvia pela primeira vez através da Rádio Jornal do Brasil, FM (JB) a
voz doce, envolvente e contagiante da cantora cearense Amélia Claudia Garcia
Colares (Amelinha), que acabara de chegar
ao sudeste maravilha para fazer o eixo Rio-São Paulo, o sonho de todo
nordestino que pensa em fazer sucesso com a sua arte. Para Amelinha com o seu canto mavioso e a sua beleza exótica, não foi difícil
conquistar o grande público e a critica.
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