No dia de ontem, a presidente da república Dilma
Rousseff, usando um velho bordão imortalizado por José Sarney, falou em cadeia
nacional de televisão aos Brasileiros e Brasileiras, sobre as últimas manifestações
que abalaram as estruturas do poder brasileiro.
Na sua fala na noite de ontem (21/06) a presidente
Dilma Rousseff abordou uma série de problemas brasileiros, que ela nesses seus
quase três anos de governo, nunca trabalhou efetivamente para resolvê-los, como
por exemplo, a corrupção endêmica, a violência exacerbada, a precariedade do
nosso sistema de educação e saúde pública. A corrupção que sob o seu governo só faz
crescer, assim como a violência, que hoje em dia, não livra mais nem a cara da
classe média alta. A saúde e a educação são uma tragédia.
A reforma política, uma das mais aguardada pelo povo
brasileiro, nunca saiu do papel, porque o seu governo, embora conte com uma imensa
base de apoio parlamentar, por falta de interesse do próprio governo central, nunca
demonstrou sequer interesse em vem vê-la implementada.
Com um discurso pouco ou nada convincente, a presidente
Dilma Rousseff falou ao país, mas sem convencer a maioria do povo brasileiro,
que ao comparar o seu discurso com a realidade brasileira, pode constatar que
a fala da nossa presidente foi irreal e que só serviu como justificativa. É que
qualquer brasileiro, com um mínimo de escolaridade percebe que os sucessivos
governos petistas fracassaram, porque não conseguiram resolver problemas
seculares e moralizar o páis.
Quando Dilma Rousseff fala de combate sistemático
a corrupção, vem logo na lembrança do brasileiro, o fim melancólico da CPMI do Cachoeira,
acometida de morte súbita, porque os partidos que formam a base aliada do governo
Dilma, capitaneados pelo partido dos Trabalhadores (PT), não queriam que essa
CPMI investigasse os governadores Sérgio Cabral (RJ) e Agnelo Queiroz (DF) e o
dono da Construtora Delta, o empresário Fernando Cavendish, porque com o aprofundamento
das investigações, fatalmente elas chegariam às entranhas do poder central,
governadores aliados e parlamentares serventuários.
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