sábado, 22 de junho de 2013

A presidente Dilma Rousseff falou, mas não convenceu o país

 “Quem pegou em armas, não pode criticar radicais. A própria presidente da república é uma ex-guerrilheira. Que eu saiba, não existe e nunca existiu e existirá, um guerrilheiro que não apele para a violência”. (Tomazia Arouche)

No dia de ontem, a presidente da república Dilma Rousseff, usando um velho bordão imortalizado por José Sarney, falou em cadeia nacional de televisão aos Brasileiros e Brasileiras, sobre as últimas manifestações que abalaram as estruturas do poder brasileiro.

Na sua fala na noite de ontem (21/06) a presidente Dilma Rousseff abordou uma série de problemas brasileiros, que ela nesses seus quase três anos de governo, nunca trabalhou efetivamente para resolvê-los, como por exemplo, a corrupção endêmica, a violência exacerbada, a precariedade do nosso sistema de educação e saúde pública.  A corrupção que sob o seu governo só faz crescer, assim como a violência, que hoje em dia, não livra mais nem a cara da classe média alta. A saúde e a educação são uma tragédia.   

A reforma política, uma das mais aguardada pelo povo brasileiro, nunca saiu do papel, porque o seu governo, embora conte com uma imensa base de apoio parlamentar, por falta de interesse do próprio governo central, nunca demonstrou sequer interesse em vem vê-la implementada.  

Com um discurso pouco ou nada convincente, a presidente Dilma Rousseff falou ao país, mas sem convencer a maioria do povo brasileiro, que ao comparar o seu discurso com a realidade brasileira, pode constatar que a fala da nossa presidente foi irreal e que só serviu como justificativa. É que qualquer brasileiro, com um mínimo de escolaridade percebe que os sucessivos governos petistas fracassaram, porque não conseguiram resolver problemas seculares e moralizar o páis.

Quando Dilma Rousseff fala de combate sistemático a corrupção, vem logo na lembrança do brasileiro, o fim melancólico da CPMI do Cachoeira, acometida de morte súbita, porque os partidos que formam a base aliada do governo Dilma, capitaneados pelo partido dos Trabalhadores (PT), não queriam que essa CPMI investigasse os governadores Sérgio Cabral (RJ) e Agnelo Queiroz (DF) e o dono da Construtora Delta, o empresário Fernando Cavendish, porque com o aprofundamento das investigações, fatalmente elas chegariam às entranhas do poder central, governadores aliados e parlamentares serventuários.

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