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| O trio Parada Dura |
Esse pensamento do jornalista e dramaturgo pernambucano
Nelson Rodrigues é lapidar e de uma atualidade impressionante. É que ela
explica com bastante clareza, os sentimentos que movem a nossa classe política,
que como diz o nome de uma peça escrita por Marcos Caruso: “Trair e coçar é só
começar.”
Fiz essa introdução para falar da mudança repentina do
comportamento dos “tucanos piauienses”, que até bem pouco tempo atrás ignoravam
completamente a pré-candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG, que não
conseguia sair do chão. Mas bastou duas pesquisas apontarem o crescimento dessa
candidatura e a dificuldade para viabilizar a pré-candidatura de Silvio Mendes
como vice do pré-candidato Marcelo Castro, para que a cúpula do PSDB piauiense
mudasse radicalmente de comportamento, ou seja, passasse a jurar amor e
fidelidade eterna à pré-candidatura de Aécio.
Se algum jornalista ou historiador tiver a preocupação de
pesquisar as entrevistas concedidas pelos “tucanos piauienses”, a partir do
lançamento da pré-candidatura de Aécio Neves, constatará a indiferença olímpica
como esse presidenciável mineiro era tratado no estado do Piauí. A começar pelo
prefeito Firmino Filho, que não só defendia a pré-candidatura do pernambucano
Eduardo Campos, como fazia questão ressaltar a sua amizade com esse ex-governador,
que segundo ele começou nos bancos escolares. Lá na capital maurícia (Recife).
O ex-prefeito de Teresina, Silvio Mendes passou um ano inteiro
ou mais com os pés em dois barcos: um no PP que lhe acenava com uma candidatura
e o PSDB que ele esperava atrair para o seu projeto político - de olho no tempo
do horário gratuito no rádio e na televisão. Silvio Mendes que passou um tempão
sendo visto como companheiro de partido do ínclito homem público, Paulo Salim
Maluf.
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