O Palácio do Planalto começou a mapear os cargos do PTB no governo:
serão varridos todos os quadros do partido, claro. A migração para o palanque
de Aécio Neves, da forma como aconteceu, aos 45 do segundo tempo, foi considerada
uma traição cruel.
O principal orquestrador da punhalada, na visão do Planalto, é Gim
Argello, mais novo integrante da lista de parlamentares non gratos no Palácio.
A propósito, o governo já estuda um
mote para abordar o assunto durante a campanha. A ideia é bater
extra-oficialmente na informação de que a ordem para o partido dar apoio a
Aécio Neves saiu de dentro da cadeia, em referência à atuação de Roberto
Jefferson nas articulações do PTB.
Por
Lauro Jardim
Em Tempo:
Se a direção nacional do PTB resolveu abandonar o
barco do PT, nada mais justo do que a presidenta Dilma Rousseff tomar os cargos
dos infiéis petebistas. A mesma atitude deve vai tomada pelo governo federal, com
relação aos peemedebistas que aderiram à candidatura de Aécio Neves. Quando eu
disse aqui mesmo neste espaço que os infiéis vão ser tratados a pão e água pelo
governo da presidenta Dilma, o fiz com base numa informação privilegiada. A caça
às bruxas está apenas começando. Quem vier verá! No caso dos governadores infiéis, o governo fechará à torneira. Como dizia o ex-presidente do Corinthians paulista Vicente Mateus, “quem não está comigo, está sem migo”.
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