Tudo leva a crer que haverá segundo turno na
eleição presidencial. E como estão apontando as últimas pesquisas, a disputa na
segunda parte dessa eleição se dará entre os mineiros Dilma Rousseff (PT) e
Aécio Neves (PSDB).
Num eventual segundo turno, a esquerda, que nos
estados tenta sobreviver fazendo alianças com o espectro mais conservador da
política brasileira, se reagrupará em torno da candidata do Partido dos
Trabalhadores (PT), que terá a sua capacidade de mobilização da sociedade brasileira
aumentada, o que o tucano Aécio Neves não terá, porque o seu partido não é um
partido que se identifica com a massa.
Ainda não será desta vez que o PT deixará o poder,
em que pese o forte desejo de mudança que hoje permeia toda a sociedade
brasileira, mas de maneira difusa e sem ainda ter encontrado um nome que encarne e
assuma esse desejo latente de mudança.
Contra o candidato Aécio Neves que se apresenta
como o único candidato de oposição, pesa o fato de o seu partido, o PSDB ter governado o país por oito anos consecutivos e não ter mudado a nossa triste realidade.
Muito pelo contrário, o PSDB no governo, manteve o mesmo statu quo da política brasileira e não fez nenhuma grande reforma.
O PT em matéria de prática política não difere
muito do PSDB, mas radicalizou no assistencialismo e clientelismo político, o
que dará um quarto mandato para os petistas.
Dos partidos de esquerda, o apoio mais importante para a vitória de Dilma Rousseff no segundo turno será o do PSB. É que nem Marina e nem Eduardo Campos terão a coragem de apoiar o PSDB.
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