segunda-feira, 16 de junho de 2014

O governador Zé Filho em parte tem razão

Somos muito maltratados pelo Governo Federal, e uma alternativa é apoiar Aécio (PSDB)

Se o governo federal radicalizar na sua posição e fechar as torneiras de recursos federais, o governo de Zé Filho vai morrer de inanição. É que o governo federal dispõe de meios para sufocar e asfixiar o governo do Piauí. Um exemplo do poder de um governo, seja ele em que nível for, é a desconstrução da pré-candidatura do peemedebista Marcelo Castro. 

O governador do estado do Piauí Zé Filho (PMDB) ao conceder entrevista ao Portalaz, desabafou e mostrou toda a sua indignação para com o governo federal, que discrimina o seu estado e citou o grave problema que o Piauí vem sofrendo com a falta constante de energia elétrica - que causa desconforto e prejuízo ao usuário piauiense. Um sério problema e sem uma solução à vista.  

Esses maus tratos que o governador Zé Filho ‘acusa’ é público e notório, mas não por culpa exclusiva do governo federal, mas também por culpa dos governadores anteriores e dos nossos parlamentares com assento na Câmara Federal e no Senado, por não se imporem frente às autoridades em Brasília. É que os nossos representantes não exigem um tratamento isonômico, o mesmo dispensado aos outros estados da federação.  

Convém salientar que não é com o governador Zé Filho ameaçando retaliar a candidata Dilma Rousseff, com a ameaça de apoiar o pré-candidato de oposição, o senador mineiro Aécio Neves, que Dilma Rousseff irá resolver os nossos graves problemas, mas fazendo ver à presidenta o nível de descontentamento do povo do Piauí para com um governo que não consegue resolver problemas piauienses da maior gravidade, como por exemplo, a falta constante de energia elétrica, o acumulo de prejuízos causados aos usuários da Eletrobras Distribuição Piauí e as mortes que essa empresa vem provocando neste estado. Basta apresentar à presidenta Dilma Rousseff o quadro da real situação do estado e do aumento da nossa insatisfação para o seu governo.

Não custa nada insistir na tese de que os nossos representantes vão à Brasília de pires na mão, como quem implora por migalhas do banquete federal, porque os nossos governadores, senadores e deputados federais não exigem respeito para com o Piauí, um estado que nunca deixará de ser tratado como o primo pobre e como um estado sem importância, se não houver uma mudança radical na postura daqueles que se dizem nossos representantes.

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