O primeiro partido no estado do Piauí a tratar com
uma indiferença olímpica, a orientação da Executiva Nacional foi o PSDB, que em
nome de um projeto pessoal abdicou da sua condição de principal partido de
oposição no estado, para tentar eleger um “tucano” sem precisar de voto. O PMDB
piauiense ao trocar o pré-candidato Marcelo Castro pelo governador Zé Filho,
sob nova orientação, também resolveu seguir os passos do PSDB piauiense.
Isso significa dizer que qualquer que seja o resultado
da eleição presidencial em 2014, o estado do Piauí estará fora da festa e continuará
sendo tratado com um estado de segunda categoria. É que tanto Aécio Neves como
Dilma Rousseff não tem mais confiança nos “seus seguidores neste estado.
O presidenciável Aécio Neves em várias
oportunidades demonstrou aos “tucanos piauienses” o seu interesse por uma
candidatura própria, mas o seu desejo vem sendo ignorado, porque, o que está em jogo no
Piauí é o projeto pessoal do ex-prefeito Silvo Mendes, que se considera a maior
liderança política deste estado. Só que ele não quer ser eleito através do voto
popular, mas por aclamação ou na condição de candidato a vice, que não precisa
ter voto para se eleger.
Já o governador Zé Filho, na tentativa de atrair o
PSDB para a sua coligação, de olho gordo no tempo do PSDB horário eleitoral, 'massageia' o ego dos tucanos, passando para a opinião pública a falsa ideia de que o PSDB é um
grande partido no Piau, o que não é verdade, porque o PSDB só existe em
Teresina, onde o prefeito Firmino Filho faz uma administração desastrosa, péssima. Zé filho foi mais longe na sua tentativa e agradar os "tucanos piauienses" ao ameaçar romper com o PMDB nacional e com o governo Dilma Rouseff. Essa é uma aventura bastante arriscada.
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