domingo, 1 de maio de 2016

Qualquer um, menos Michel Temer!



O vice-presidente da república, Michel Temer, pela sua suposta participação no rumoroso escândalo do Petrolão, pela participação do partido que preside nos dois últimos governos do Partido dos Trabalhadores (PT) e pela tradição de partido ‘parasita’ dos governos de plantão do Partido do Movimento Democrático (PMDB), não tem condições morais e éticas para substituir a presidenta Dilma Rousseff no comando da nação.

O PMDB que tem na presidência das duas casas do Congresso Nacional, políticos réus em processos que tramitam na Suprema Corte, não tem legitimidade, estofo moral e estatura política para se apresentar ao país como paladino da moral e da ordem.

Não custa nada lembrar, que há menos de uma semana, o PMDB participava do governo Dilma Rousseff, com sete ministros, 600 cargos no segundo e terceiro escalões e com o vice-presidente da república. Este último, um cargo em perspectiva, mas que no Brasil o seu detentor trabalha no governo, até o momento em que rompe com o chefe do Poder Executivo.

O que move o PMDB é o senso de oportunidade, de carreirismo e de pragmatismo político, levado às últimas consequências.
 

Por Joachim Arouche
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