domingo, 12 de junho de 2016

“A nau dos insensatos”



Insensato é todo aquele que age de maneira irresponsável, inconsequente, sem usar de bom senso nas suas atitudes e considerar certo, tudo aquilo que favorece o seu projeto de vida. O insensato é uma pessoa extremamente individualista.

O PMDB pode ser comparado a um grande navio Cruzeiro Transatlântico, onde os seus ocupantes vivem no mundo de fantasia e enquanto dura essa viagem, o mundo real é esquecido e a busca pelo prazer domina corações e mentes.

Nesse navio do PMDB, o cassino é operado livremente e as trapaças e blefes são encaradas com naturalidade, porque todos os jogadores entendem e combinam tacitamente às regras do jogo. Nessa nau tudo é aceito, permitido e tolerado sem escândalo. Mas, eis que chega um momento em que a viagem acaba e o mundo real acaba se impondo.  

Parece ser esse o caso do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) que há muitos anos navega num mar de almirante e que de uma hora para outra, o horizonte ficou nublado, turvado e a ameaça de uma grande tormenta paira sobre as cabeças de políticos que julgavam que a farra e o mundo da licenciosidade não nunca iriam ter fim. Mas, eis aparece no caminho desse partido um magistrado que resolveu passar este país a limpo.

A cúpula do PMDB sobre cujas cabeças a espada de Dâmocles ameaça cair, de repente se deu conta de que o Brasil está mudando numa velocidade surpreendente e que o povo brasileiro não tolera mais conviver com políticos imorais, sem ética e movidos pelo “deus dinheiro”.    

Esses políticos que durante várias décadas reinaram e se locupletaram no poder, estão vivendo os seus estertores e os seus herdeiros vão herdar uma herança maldita. A herança da desonra e da desconfiança.

Num futuro não muito distante, os sobrenomes Calheiros, Jucá, Lobão, Sarney, Temer, Lima, Padilha, Franco e outros sobrenomes menos importantes ao serem identificados sofrerão coerção social.

Por Joachim Arouche
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