sexta-feira, 31 de março de 2017

O Congresso Nacional age como se não houvesse amanhã



O Congresso Nacional age como se não houvesse amanhã e ele nunca se renovasse. Como se os mandatos dos congressistas fossem vitalícios.

O comportamento do atual do Congresso Nacional é de um poder que nunca se renova, porque os congressistas trabalham muito mais pensando em se proteger do que em legislar a favor do país.

Hoje, já existe no país uma consciência nacional formada, de que este país não pode mais conviver com certas aberrações, próprias de países subdesenvolvidos, países de terceiro ou quarto mundo ou do que se convencionou chamar de republiquetas de banana, como foro privilegiado ou prerrogativas de funções.

Países que via de regra são governados por ditadores que se perpetuam no poder. Desnecessário dizer que esses países, são antidemocráticos.

A sociedade brasileira está mobilizada contra o que ela considera politicas atrasadas, mas ela não conta com o apoio da maioria expressiva dos deputados federais e senadores que vivem tramando contra os reais interesses da nação. Como por exemplo, tentar barrar a aprovação das medidas anticorrupção enviadas ao Congresso Nacional pelos procuradores da república que atuam na Força Tarefa da Operação Lava Jato. Medidas essas que foram submetidas a uma consulta popular num universo de dois milhões de assinatura. 

O Congresso Nacional, além de não ouvir o ronco das ruas que clama por mudanças substanciais na política brasileira, ainda ignora completamente as propostas de leis de iniciativa popular. 

Por Joachim Arouche

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