“O pior governo é o mais
moral. Um governo composto de cínicos é frequentemente mais tolerante e humano.
Mas, quando os fanáticos tomam o poder, não há limite para a opressão.” (Henry Louis Mencken)
Governar pelo bom exemplo - é o que uma nação espera dos seus políticos
e da sua classe dirigente; com exemplos de honestidade, retidão e zelo para com
a coisa pública. Mas, isso vai além do simples discurso, muitos deles eivados
de demagogia e proselitismo político.
Embora este país ainda careça de muita conscientização política,
nós já temos uma massa crítica que nos permite identificar o político demagogo,
sem escrúpulo, sem compromisso com a honestidade e preocupado unicamente em,
como se diz, jogar para a plateia e manobrar a massa ignara.
O político que pensa que agrada e convence um povo com palavras e
sorrisos fáceis, desconhece a capacidade da maioria do povo de fazer leituras
de discursos vazios, falsos, demagógicos e produzidos por marqueteiros que
tentam convencer pessoas com palavras e encenações. A vitória de Jair Bolsonaro
é um exemplo do crescimento e amadurecimento mental e político do eleitor
brasileiro que votou pela mudança. Se o eleitor votou errado, isso são outros
quinhentos, porque nenhum político, antes de que seja testado como administrador
e fiscalizador, revela a sua verdadeira personalidade, capacidade e
caráter.
O Brasil que mudou elegendo Bolsonaro presidente da república,
mudará de novo se necessário, caso aqueles que foram eleitos por ele não
correspondam às suas expectativas. Ninguém se engane sobre isso. O período que
se convencionou chamar de lua de mel para o presidente Messias Bolsonaro esgotou-se,
porque a lua de mel tem prazo de validade.
Se nada mudar efetivamente no modo de se fazer política neste
país, o povo continuará investindo em mudança. Mudar é imprescindível, porque é
mais fácil derrotar nas urnas o político com apenas um mandato do que aqueles
que acumulam vários mandatos e que são capazes de fazer qualquer negócio para
se manterem no poder. Esses são os viciados em poder. Políticos invariavelmente
sem escrúpulos, despudorados e demagogos contumazes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário