sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Pesquisa que 'vale verdadeiramente' é a última

Apesar de alguns erros crassos que alguns institutos de pesquisas protagonizaram desde que as campanhas eleitorais passaram a ser pesquisadas, mesmo assim, o número de acertos das pesquisas é maior do que os seus erros. A prevalência dos acertos, sobre os erros, fez com que as pesquisas a cada nova eleição fossem sempre mais requisitadas.

É verdade que existe uma gritaria geral contra o exagero de pesquisas que vem sendo realizadas nesta eleição. Vistas como desnecessárias pelos críticos, pois no entendimento de cada um deles, o eleitor acaba sendo induzido a votar errado. E como os institutos de pesquisas podem ser contratados por essa ou aquela coligação, eis que surgiu à desconfiança de que as pesquisas contratadas são direcionadas pelo contratante, o que convenhamos não é fácil de provar, mas que suscita desconfiança, ah isso, suscita.

O que vem sendo questionado nas pesquisas, é o seu poder de indução, com os seus críticos fundamentando as suas críticas no número exagerado de pesquisas que são feitas - numa sucessão que leva qualquer espírito desconfiado a achar que por trás de cada uma delas existe o firme propósito de induzir o eleitor de baixa escolaridade, que sem capacidade de desenvolver uma consciência crítica, para a partir de ela separar o joio do trigo, ser influenciado por elas.  

Segundo alguns cientistas políticos e jornalistas que cobrem eleições, a última pesquisa é que vale realmente, porque no entendimento de cada um deles, os institutos renomados, fazem as suas pesquisas exclusivamente  para as emissoras de televisão, jornais impressos e portais, o que afasta qualquer possibilidiade de que a pesquisa  apresente um resultado diferente e distante da realidade.

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