quarta-feira, 26 de maio de 2010

Obama esnoba Lula e não aceita o seu convite para visitar o Brasil

Para o governo dos EUA e para os norte-americanos, o presidente da república Luís Inácio Lula da Silva tem a dimensão de um governante de um país de terceiro ou quarto mundo, como preferirem. Essa coisa de que Lula é um líder mundial(e ele está convencido disso) é coisa de gente esperta, que consciente da vaidade do nosso guia(assim como o jornalista Elio Gaspar, sempre se dirige a Sua Excelência o presidente da República Federativa do Brasil), investe na vaidade de Lula para fechar grandes negócios com o Brasil. O exemplo mais emblemático é o da venda dos caças franceses Rafale, da empresa francesa Dassault ao Brasil. Uma decisão que surpreendeu até os técnicos da FAB que não recomendariam a compra desses aviões.

Como se não bastasse a nossa realidade interna, que é de um país, que ainda convive com a pobreza e a miséria extrema, Lula da Silva, ainda resolveu tomar partido de ditadores como o venezuelano Hugo Chávez e o iraniano Ahmadinejad, que representam verdadeiras ameaças ao mundo civilizado, seja como potenciais agentes da guerra ou como inimigos das liberdades individuais e coletivas. O presidente brasileiro vem optando pelo lado errado, por defender os inimigos da democracia.

O maior parceiro comercial do Brasil, ainda continua sendo os EUA cujo presidente o 'afro-descendente' Barack Obama (uma condição que ajudaria a reforçar os laços que aproximam estes dois países), mas que devido aos formuladores da política externa brasileira, que não vêem assim, que preferem embarcar numa aventura que não contribui para uma maior aproximação entre os EUA e o Brasil. A arrogância, a prepotência e auto-suficiência de Lula, um homem sem o preparo necessário para conduzir um país do tamanho do Brasil, faz com que ele se sinta um líder mundial, o que poderá nos criar sérios empecilhos num futuro próximo.

Essa nova crise financeira que atingiu em cheio a zona do euro, já faz estragos no ingresso de investimentos de multinacionais em produção no Brasil – IED (Investimentos Estrangeiros Diretos) – agravando o quadro de forte deterioração das contas externas observado desde o ano passado. Em abril, as contas externas apresentaram o pior resultado para o mês, desde o início da série estatística, de 1947. Com o agravamento de uma crise financeira de proporções mundiais, os investidores estrangeiros acabam migram para as economias dos países com forte tradição democrática. O Brasil pode se dizer que não corre mais o risco de sofrer um retrocesso, mas as suas ligações com países que primam pela falta de liberdade, acabam preocupando o mundo dos negócios.

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