
Enquanto existiu o imposto conhecido como Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o sistema público de saúde brasileiro não mudou para melhor, que até hoje, continua funcionando precariamente, o que tem levado muitas pessoas a óbito - por falta de assistência médica e hospitalar. Hoje em dia, uma pessoa marca uma consulta no SUS
para ser atendido daqui a três meses. Quando consegue.
Agora vem à candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), Dilma Rousseff, em entrevista concedida a Rádio CBN, afirmar que com o fim da CPMF, a vida do consumidor brasileiro não melhorou. Pode até não ter melhorado, mas a vida do empresário deixou de sentir os efeitos de um imposto que não trousse nenhum bom resultado prático para a sociedade brasileira, como um todo.
Esse discurso da candidata, já funciona como uma preparação, para que caso ela venha a ser eleita, o retorno desse imposto venha a ser um dos seus primeiros projetos a serem encaminhados ao Congresso Nacional. Que fatalmente será derrotado, porque já existe em todo país uma consciência formada a respeito de um imposto que não atendeu a sua finalidade original, que era melhorar o nosso sistema de saúde pública.
O Brasil continua liderando o ranking do país com a maior carga tributária do planeta. Se o povo brasileiro sentisse no seu dia a dia os efeitos positivos dessa carga tributária, na melhoria do nosso sistema público de saúde, numa educação pública de qualidade; pelo menos a razoável, até que se justificaria a cobrança de todos esses impostos. Mas não é isso que se percebe. Nem a CPMF, um imposto criado com uma finalidade especifica, surtiu o efeito desejado.
Em Tempo:
No Brasil os pobres e desvalidos continuam morrendo nos corredores dos hospitais público das capitais e das maiores cidades, por falta de assistência. No interior, os pobres nem hospitais tem para morrerem nos seus corredores. A propósito: No estado do Piauí, os pacientes renais crônicos continuam sofrendo devido à falta de medicamentos e o presidente da associação desses pacientes, o professor Osíris Lima, além de sofrer com a sua doença ainda é ofendido pelo ex-secretário de saúde do Estado, Assis Carvalho, que disse na televisão que Osíris Lima está usando essa associação para fazer política partidária.
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