segunda-feira, 17 de maio de 2010

Dilma Rousseff não se sentiu confortável em Salvador

Não cabe na cabeça de nenhuma pessoa sensata, essa história de dois palanques para um só candidato num mesmo estado. Na visita que a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) fez ontem ao estado da Bahia, ficou bastante visível o desconforto de Dilma Rousseff ao ter que se manifestar a favor da candidatura à reeleição do governador Jacques Wagner (PT), e também sobre a candidatura de Geddel Vieira Lima, do PMDB, que também a apóia.

Quando a campanha estiver se afunilando, muitas mudanças haverão de ocorrer, com candidatos que se sentem preteridos, passando a buscar um novo ninho. Isso poderá vir a acontecer na Bahia, no estado do Pará, no estado do Piauí, no estado do Rio de janeiro e talvez até mesmo, no estado do Maranhão. Nesses estados Dilma Rousseff, por certo, terá dois ou mais palanques.

O tucano José Serra, por enquanto, só tem um estado onde provavelmente ele terá dois palanques: o Rio Grande do Sul, onde o candidato do PMDB José Fogaça deverá apoiá-lo, e mais a candidatura à reeleição de Yeda Crusius (PSDB). A meu ver, dois palanques mais atrapalham do que ajudam.

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