Não cabe na cabeça de nenhuma pessoa sensata, essa história de dois palanques para um só candidato num mesmo estado. Na visita que a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) fez ontem ao estado da Bahia, ficou bastante visível o desconforto de Dilma Rousseff ao ter que se manifestar a favor da candidatura à reeleição do governador Jacques Wagner (PT), e também sobre a candidatura de Geddel Vieira Lima, do PMDB, que também a apóia.
Quando a campanha estiver se afunilando, muitas mudanças haverão de ocorrer, com candidatos que se sentem preteridos, passando a buscar um novo ninho. Isso poderá vir a acontecer na Bahia, no estado do Pará, no estado do Piauí, no estado do Rio de janeiro e talvez até mesmo, no estado do Maranhão. Nesses estados Dilma Rousseff, por certo, terá dois ou mais palanques.
O tucano José Serra, por enquanto, só tem um estado onde provavelmente ele terá dois palanques: o Rio Grande do Sul, onde o candidato do PMDB José Fogaça deverá apoiá-lo, e mais a candidatura à reeleição de Yeda Crusius (PSDB). A meu ver, dois palanques mais atrapalham do que ajudam.
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