Ele poderá ser desistido
O candidato a governador do estado do Piauí, o empresário e político João Vicente Claudino, disse em encontro promovido pelo seu partido em Teresina, que nada o fará desistir do seu projeto de vir a governar este estado. Agora, convém ele analisar as suas reais possibilidades para que essa sua pretensão não venha a se transformar num grande fiasco, o que seria danoso para o seu futuro político. Numa guerra há momentos em que é mais aconselhável recuar, do que continuar avançando em terreno minado e que se encontra em poder do adversário. Quando as condições deixam de ser favoráveis a um candidato, ele pode ser desistido pelo povo.
Um candidato desidratado
O ex-secretário da Fazenda do estado do Piauí, Antonio Neto que neste período pré-eleitoral já foi lançado candidato à quase todos os cargos eletivos pelo Partido dos Trabalhadores (PT), passa por um processo de desidratação, promovido pelo seu próprio partido, que pelo visto não tem nenhum interesse em vê-lo disputando esse ou aquele mandato. De comportamento pusilânime, o político Antonio Neto, acabou se transformando num objeto manipulável que se era confiável aos olhos da opinião pública piauiense, diante dos últimos acontecimentos, caiu no descrédito, por se deixar levar pelos interesses que movem o ex-governador Wellington Dias. Antonio Neto é outro que pretende criar uma nova oligarquia no Piauí, ao querer se eleger a um cargo eletivo, quando a sua esposa já detém um mandato.
O calcanhar de Aquiles do governo
O rompimento da Barragem de Algodões no município de Cocal (PI), que matou nove pessoas e que deixou milhares de pessoas desabrigadas e ainda por cima, endividadas, poderá funcionar na eleição de 2010 com um calcanhar de Aquiles para a candidatura a reeleição do governador Wilson Martins, que acabou herdando uma herança maldita do governo Wellington Dias, que sempre tratou com uma Olímpica indiferença um problema da maior gravidade. No momento é o assunto mais discutido pela sociedade piauiense, sem que o governo estadual apresente uma proposta viável para tirar da rua da amargura centenas, milhares de pessoas que hoje vivem da caridade pública.
Ela poderia ser uma boa vice
A secretária e vereadora (PTB) Graça Amorim Amorim, se tivesse se desincompatibilizado do cargo que hoje ocupa, poderia ser indicada candidata a vice na chapa encabeçada pelo senador João Vicente Claudino. É que a gestora da SEMTCAS além de ser uma das maiores lideranças políticas da capital, Teresina, vem realizando um trabalho de encher os olhos a frente da sua secretaria, desde o governo do tucano Silvio Mendes. Tanto isso é verdade que ela foi mantida no cargo e o seu nome chegou a ser cogitado para comandar a secretaria de educação.
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