domingo, 23 de maio de 2010

Umas & Outras

Como é que vai ficar?

Diz o ditado popular que é o costume do cachimbo que deixa a boca torta. Ontem ao cruzar com uma petista que antes de chegar ao poder, andava num fusca caindo aos pedaços, que quando almoçava na rua, procurava os bandejões da vida, onde se vende comida no quilo, mas que hoje cruza a cidade Teresina no carrão japonês e que só almoça no Hotel Metropolitan, um dos hotéis mais fino, de iguarias as mais sofisticadas do estado do Piauí. Ao vê-la pedante e senhora de si, tive de imediato a compreensão do apego dos petistas ao poder e as suas perdas de identidade. Fora do poder todo mundo tem que pagar a sua conta.

No Maranhão o PT resiste bravamente

A ala do Partido dos Trabalhadores no Estado do Maranhão, liderada pelo deputado federal Domingos Dutra, resiste bravamente e com estoicismo moral, as investidas do grupo Sarney sobre um partido que historicamente sempre fez oposição a um grupo político que há quase 50 anos domina corações e mentes dos maranhenses. Enquanto que o suplente de deputado federal Washington Luiz, de olho numa possível candidatura a vice-governador na chapa encabeçada por Roseana, faz o papel de Silvério dos Reis. O grupo Sarney pode até comprar a mercadoria, mas não leva. Quem viver verá!

Sem preconceito, numa boa

O candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva (PV), é um mega empresário, Guilherme Leal, presidente da Natura, dono de uma fortuna estimada em US$ 2,1 bilhões. Pelo visto a candidata verde, um ex-petista, não tem nenhum preconceito em juntar o capital e o trabalho num mesmo cofo. Ao contrário de alguns petistas que olham com olhos atravessados, uma parceria entre o Partido dos Trabalhadores e o grupo Claudino, um dos maiores grupos econômicos das regiões Norte e Nordeste.

Essa é do blog do Cláudio Humberto

Presidente do PT, José Eduardo Dutra diz que não vai disputar a eleição de outubro para se “concentrar” na campanha de Dilma. Ele conta lorota. Dutra coleciona derrotas, em Sergipe, desde sua eleição para o Senado, em 1994. Não lhe falta vontade. Faltam-lhe votos. Em Tempo: José Eduardo Dutra, que anda no Nordeste jogando a sua pá de cal na cova do PT nordestino. (Dom Severino)


Ciro Gomes está de volta


O deputado federal Ciro Gomes, logo estará de volta à cena política brasileira, para desespero dos dilmistas e mercandistas, após um breve retiro espiritual nos EUA, lá onde ele pode pensar sem a interferência de ninguém sobre o seu futuro político. E após muito pensar ele chegou à conclusão de que deverá sair candidato a senador na chapa de Paulo Skaf, candidato a governador do estado de São Paulo, pelo PSB. Isso era tudo que o PT paulista nunca desejou. Segundo seus amigos mais próximos, Ciro, continua muito magoado e vive afirmando para quem quiser lhe ouvir, que nunca irá perdoar os petistas, inclusive Lula, pela humilhação que eles lhe fizeram passar.


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