Com a chegada ao fim da Copa da África, onde a Espanha pela primeira vez conquistou um campeonato mundial de futebol, o Brasil já começou a respirar a Copa do Mundo de 2014 que será realizada aqui na terras de Pindorama. Este país que já vive em clima de Copa do Mundo, desde que foi escolhido como o novo país a sediar esses jogos.
O governo brasileiro não pensa em outra coisa, a não ser na realização da Copa de 2014 e faz a população acreditar que isso é bom para o país, porque vai gerar muitos empregos. Empregos temporários é verdade! Empregos esses que depois de concluída as obras vai criar um problema muito mais grave para os estados, porque muitos trabalhadores que se deslocaram de um lado para outro em busca de um emprego nessas obras que chegaram ao fim, vão ser obrigados a permanecer no lugar onde viveram os últimos anos, porque não tem como regressar ao seu lugar de origem e nem partir em busca de uma nova ocupação, porque essa ocupação não existe.
Cito como exemplo de empregos temporários, a construção da Ponte Rio-Niterói que gerou quase cinco mil empregos diretos, mas que depois da ponte concluída criou um sério problema para o estado do Rio de Janeiro, que não teve como absorver toda a mão de obra dispensada pela construtora responsável pela construção dessa ponte. Com muitos desses dos ex-trabalhadores da construção civil, na sua expressiva maioria nordestinos, vindo a se tornar marginais, por absolta falta de opção.
Agora uma pergunta que não quer calar: e o que fazer com os elefantes brancos construídos ou reconstruídos para receber os jogos desse campeonato mundial? Eu mesmo respondo: serão transformados em monumentos para homenagear a família Lula da Silva e muitos dos aloprados. Nós que já temos o Albertão, os Castelões (MA e CE), Rei Pelé, Mineirão e outros estádios erguidos durante o milagre econômico brasileiro, para que os governantes se auto-homenageassem.
O presidente da república Luís Inácio Lula da Silva, um homem extremamente vaidoso e sem berço, que ao chegar ao poder, ao invés de se preocupar realmente em criar empregos que ofereçam ao trablhador segurança, está mais preocupado é com a exposição do seu nome na imprensa internacional.
O Brasil do pós Lula, talvez nem consiga reunir condições para bancar uma festa que só os países muito ricos deveriam realizar, porque os gastos desnecessários para promover uma Copa do Mundo, acabarão por arruinar as finanças de um país ainda muito vulnerável as crises financeiras internacionais.
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