A
“metástase” chegou ao consumo venezuelano. O país teve agravado os seus sintomas
provocados por uma grande crise econômica e social. Os mais recentes embates da
enfermidade se fizeram sentir nesta quarta-feira: a empresa automotora Chrysler
anunciou que cessará suas atividades nesta sexta-feira e a Associação
Internacional de Transportes Aéreos (IATA), advertiu que poderá suspender os vôos
para Venezuela se o governo de Maduro não pagar 3.7 milhões de dólares de
dividas para com a aerolíneas.
São uns dos
últimos acontecimentos de uma série de episódios críticos para a economia do
país, entrelaçados com um conflito social que já dura mais de um mês. O baixo
desempenho, de 5,6%, é o único dado que se mantém a flutuar num país que possui
a inflação mais alta do planeta, de 56%, e relações comerciais cada vez mais deterioradas,
que tem um impacto direto sobre a economia colombiana. Todo realçado por um
crescente índice de escassez.
Centros
comerciais vazios
“Deveria
ser uma medida temporal, mas nós estamos sendo encurralados pelas leis”, conta
desde a capital venezuelana, Claudia Itrigo, presidenta da Câmara Venezuelana
de Centros Comerciais (CAVECECO). A critica situação de 172 centros comerciais
do país, que reúnem 11% dos empregos, entrou em declínio desde o dia 23 de
dezembro com o decreto 602.
As conseqüências desse desastre são espaços vazio e escadas rolantes paradas, que provocam um efeito fantamasgórico nesses centros, o que espantou 60% de venezuelanos, e que já provocou o fechamento de 10% dos centros comerciais na periferia.
As conseqüências desse desastre são espaços vazio e escadas rolantes paradas, que provocam um efeito fantamasgórico nesses centros, o que espantou 60% de venezuelanos, e que já provocou o fechamento de 10% dos centros comerciais na periferia.
“As vendas tem sido um desastre pela falta de mercadorias; as lojas
principais estão fechando, porque não tem nada para oferecer”, acrescentou
Itrigo. com El Mundo Online (VEN)
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