quinta-feira, 13 de março de 2014

O jornal La República disse que a economia venezuelana padece de “metástase”

A “metástase” chegou ao consumo venezuelano. O país teve agravado os seus sintomas provocados por uma grande crise econômica e social. Os mais recentes embates da enfermidade se fizeram sentir nesta quarta-feira: a empresa automotora Chrysler anunciou que cessará suas atividades nesta sexta-feira e a Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), advertiu que poderá suspender os vôos para Venezuela se o governo de Maduro não pagar 3.7 milhões de dólares de dividas para com a aerolíneas.
 São uns dos últimos acontecimentos de uma série de episódios críticos para a economia do país, entrelaçados com um conflito social que já dura mais de um mês. O baixo desempenho, de 5,6%, é o único dado que se mantém a flutuar num país que possui a inflação mais alta do planeta, de 56%, e relações comerciais cada vez mais deterioradas, que tem um impacto direto sobre a economia colombiana. Todo realçado por um crescente índice de escassez. 
   
Centros comerciais vazios
“Deveria ser uma medida temporal, mas nós estamos sendo encurralados pelas leis”, conta desde a capital venezuelana, Claudia Itrigo, presidenta da Câmara Venezuelana de Centros Comerciais (CAVECECO). A critica situação de 172 centros comerciais do país, que reúnem 11% dos empregos, entrou em declínio desde o dia 23 de dezembro com o decreto 602.

As conseqüências desse desastre são espaços vazio e escadas rolantes paradas, que provocam um efeito fantamasgórico nesses centros, o que espantou 60% de venezuelanos, e que já provocou o fechamento de 10% dos centros comerciais na periferia.
“As vendas tem sido um desastre pela falta de mercadorias; as lojas principais estão fechando, porque não tem nada para oferecer”, acrescentou Itrigo. com El Mundo Online (VEN)  

Siga o blog Dom Severino no Twitter e no Facebook 

Nenhum comentário: