Entre os estados miseráveis, o Maranhão é o mais miserável de todos. O que acabou por transformar esse estado na vergonha nacional.
O estado do Maranhão, em que pese todo o seu potencial natural, continua sendo um dos estados mais injustos da federação. A fome e a miséria num estado, que poderia ser um dos mais desenvolvidos do país, continuam muito presente na vida de milhões maranhenses que só não morrem de fome, porque a natureza foi muito generosa com o estado. Um estado que produz muitas frutas, como manga, juçara (açaí para os paraenses), sapoti, bacaba, cupuaçu, bacuri, caju e outras menos conhecidas. Também tem muitas aves e água em abundância. O babaçu também ajuda o maranhense a sobreviver. Ah, do povo maranhense se não fosse o coco babaçu!
O Maranhão mais uma vez vai sair na frente quando o assunto é pobreza. Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios – PNAD, que será divulgada no dia 26, revelou que 64,6% da população maranhense vive o risco de passar fome.
O PNAD sobre segurança alimentar (2004/2009) diz que enquanto Santa Catarina, tem 85,2% da sua população dentro da faixa de segurança alimentar, no Maranhão esse “privilégio” se limita a 35,4%; metade da média nacional que é de 69,8%.
Esses dados insuspeitos, falam por si mesmos. E esse estado está sendo cada vez mais ameaçado, por uma população que cresce, sem que as autoridades governamentais façam alguma coisa para evitar o crescimento de uma população pobre, que como fardo humano, sobrevive de pequenas esmolas ofertadas pelos governos.
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