O Partido dos Trabalhadores (PT) no estado do Piauí, não deve querer se imiscuir na reforma que está sendo proposta pelo governador eleito Wilson Martins. Isso cabe exclusivamente ao governador, restando a Assembléia Legislativa, alterar em alguns pontos ou até mesmo recusá-la. Agora ao PT enquanto partido repito, não cabe ficar questionando.
Ao PT como partido aliado, toca negociar alguns cargos. Agora, querer questionar o governador quanto à fusão de órgãos, ou até mesmo, a extinção de alguns deles, desde que desnecessários, não compete a nenhum partido. O governador Wilson Martins foi eleito para corrigir os erros do passado e formular projetos que permitam ao estado do Piauí romper com o atraso e a miséria. O tempo do PT já passou, até porque esse partido optou por deixar de crescer neste estado, quando deixou de apresentar uma candidatura própria. E também não podemos esquecer que o Wilson Martins, mesmo sendo o vice-governador, não era o nome desejado pela elite petista, sobretudo, nem para substituir a Wellington Dias no fim do seu mandato e muito menos disputar a eleição.
Em vista disso quem ouve as principais lideranças do Partido dos Trabalhadores, falando de Wilson Martins, até parece que esses petistas sempre defenderam a candidatura do PSB. Como magistrado, é claro, Wilson Martins não leva em consideração coisas relacionada ao passado, no que está certo. Mas isso não lhe obriga a ter que aceitar as imposições do PT.
Em TemPo:
O PT piauiense está querendo mesmo é garantir as boquinhas. A propósito: o PT fora do governo deixou de se reunir no Hotel Metropolitan e voltou as suas origens. Passando a se reunir nos sindicatos. O fome Zero com status de secretaria é uma grande piada.
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