segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dilma Rousseff: Nem ingênua, nem refém, apenas pragmática



Como ministra chefe da Casa Civil Dilma Roussef  teve a oportunidade de conviver e conhecer bem os seus principais assessores, hoje na presidência da república, que estão a lhe dar dores de cabeça. Mas mesmo assim, ela preferiu convidá-los a fazer parte do seu governo, para não se indispor com aquele que lhe cedeu o trono, no caso, o ex-presidente Lula.

Passado apenas seis meses do seu governo, Sua Excelência a presidente da república já teve que demitir dois ministros e toda a cúpula do ministério dos Transportes, antes de forçar a demissão do ministro Alfredo Nascimento.

A revista Veja desta semana  traz uma matéria extensa  onde o principal personagem é o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que o Brasil inteiro sabe não ser um político de ficha limpa,  alvo de denúncias robustas contra o líder do governo no Senado. Questões  suficientes para criar sérios problemas ao governo a que serve e ao PMDB.

Nessa matéria de sete páginas, a revista Veja elenca uma “plêiade” de políticos que pelas suas fichas, ao invés de estarem representando o povo brasileiro no Congresso Nacional ou servindo ao governo, deveriam era estar trancafiados, se o Brasil fosse um país decente, o que nunca será. Mas como este país é o paraíso dos corruptos, eles continuarão no topo do poder e influindo nas decisões do governo deste e dos futuros governos.

O pragmatismo levado as últimas conseqüências, pode engessar o governo, de tal modo que ele não consiga se mexer, sem pedir ajuda. 

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