A Petrobras vai atrasar a construção de uma grande refinaria no Nordeste e pretende vender participações em campos de petróleo e em empresas menos importantes, buscando garantir o financiamento de seu novo plano de investimentos.
O presidente-executivo da petroleira, José Sergio Gabrielli, disse que a venda de fatias em áreas de petróleo faz parte do programa de desinvestimento de 13,6 bilhões de dólares que a companhia anunciou na última sexta-feira, dentro de seu novo pacote de projetos para o período de 2011 a 2015.
Segundo Gabrielli, participações nos blocos poderão ser vendidas para os próprios parceiros nos projetos, que assim elevariam suas fatias nos consórcios. Mas ele descartou negociaçõs no pré-sal.
"Começa já (o processo de venda de ativos)", afirmou ele a jornalistas.
"Agora, ninguém que quer vender ativos vai anunciar antes de ter um projeto completamente pronto. Já temos equipes trabalhando e contatos sendo iniciados. Portanto, já começamos, mas não vou colocar prazos", acrescentou.
Ele preferiu não dar muitos detalhes sobre o programa de desinvestimento, mas afirmou que a companhia já está avaliando como ele será executado e que deverão ocorrer vendas de ativos principalmente no exterior.
"Nosso valor total de desinvestimento avaliado para esses projetos é mais do que 13,7 bilhões de dólares, mas estamos com essa meta de atingir 13,6 bilhões. Não haverá venda de ativos do pré-sal. Tirando a parte financeira (questão da otimização do capital de giro), a maior parte é no exterior. Não podemos falar a região geográfica, mas estamos presentes em 27 países".
O diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, minimizou o movimento da companhia.
"A maior parte dos desinvestimentos serão vendas parciais de participação. É a gestão de portfólio que na realidade sempre foi feita", afirmou. (Reuters)
siga no Twitter ao blog Dom Severino ( severino-neto.blogspot.com) @domseverino
O presidente-executivo da petroleira, José Sergio Gabrielli, disse que a venda de fatias em áreas de petróleo faz parte do programa de desinvestimento de 13,6 bilhões de dólares que a companhia anunciou na última sexta-feira, dentro de seu novo pacote de projetos para o período de 2011 a 2015.
Segundo Gabrielli, participações nos blocos poderão ser vendidas para os próprios parceiros nos projetos, que assim elevariam suas fatias nos consórcios. Mas ele descartou negociaçõs no pré-sal.
"Começa já (o processo de venda de ativos)", afirmou ele a jornalistas.
"Agora, ninguém que quer vender ativos vai anunciar antes de ter um projeto completamente pronto. Já temos equipes trabalhando e contatos sendo iniciados. Portanto, já começamos, mas não vou colocar prazos", acrescentou.
Ele preferiu não dar muitos detalhes sobre o programa de desinvestimento, mas afirmou que a companhia já está avaliando como ele será executado e que deverão ocorrer vendas de ativos principalmente no exterior.
"Nosso valor total de desinvestimento avaliado para esses projetos é mais do que 13,7 bilhões de dólares, mas estamos com essa meta de atingir 13,6 bilhões. Não haverá venda de ativos do pré-sal. Tirando a parte financeira (questão da otimização do capital de giro), a maior parte é no exterior. Não podemos falar a região geográfica, mas estamos presentes em 27 países".
O diretor da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, minimizou o movimento da companhia.
"A maior parte dos desinvestimentos serão vendas parciais de participação. É a gestão de portfólio que na realidade sempre foi feita", afirmou. (Reuters)
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