quinta-feira, 28 de julho de 2011

Paraísos artificiais = igual à loucura e pesadelos sem fim



Os brasileiros ainda não refeitos da notícia da morte prematura da cantora e compositora inglesa Amy Winehouse, eis que outra triste notícia volta a nos chocar; só que desta vez, trata-se não da morte de uma atriz brasileira, mas da internação em uma clínica de recuperação de Vera Fischer , ela que já teve várias recaídas após ter sido submetida a tratamentos de para se livrar do consumo de drogas.

A recuperação de drogados, mesmo o paciente sendo ainda jovem já é bastante difícil, agora imagine o tratamento de uma pessoa com mais de 60 anos!? Uma tarefa bastante difícil, haja vista, a fragilidade da pessoa viciada, numa idade em que a tem mais vontade de lutar. Tudo joga contra a sua recuperação: a dependência do vício, a solidão, o medo e o futuro sem perspectivas.

Quem experimenta os efeitos de qualquer tipo de droga e chega se viciar, para se libertar desse terrível mal, que não livra a cara de pobres e nem de ricos, só como muita força de vontade, com o apoio total da família e de uma clínica para tratamento de viciados em drogas, que seja comandada por profissionais sérios e comprometidos em livrar as pessoas dessa doença.   

Em alguns casos, o jovem tem consciência do seu drama e sente vontade de se livrar do vício, mas não tem forças para resistir à tentação do uso de uma droga que lhe provoca uma sensação momentânea de prazer, mas que em contrapartida, após o seu uso, ele passa a conviver com terríveis pesadelos de uma viagem quase sem volta.

O melhor que o jovem tem a fazer é não ceder, fugir à tentação de experimentar qualquer tipo de droga, seja ela lícita ou não. As drogas licitas, aparentemente inofensivas, são as portas e janelas de entrada para o mundo, do pior tipo de sofrimento.

Eu aconselharia aos pais de jovens, que tirassem um dia das suas vidas, para visitarem na companhia dos seus filhos a uma clínica de recuperação de drogados ou um hospital que trata de doentes mentais. Uma visita como essa, vale por um milhão, ou mais até, de conselhos.

Eu não conheço nada mais triste na vida, para um pai de família, ter um filho viciado e se sentir impotente para recuperá-lo, apesar de todos os esforços feitos na tentativa de libertar e salvar o seu filho querido.  

Nessa guerra contra as drogas, todos nós devemos nos alistar como soldados. 

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