Os EUA, um país sabidamente racista, elegeu um
presidente negro, antes do Brasil, um país que se vangloria de ser uma
democracia racial.
Como tudo neste país não pode ser levado a sério,
essa história de democracia racial, é óbvio que não passa de uma simples
falácia; uma fantasia organizada, que as elites usam para encobrir a verdadeira
realidade existente.
No Brasil, a única área onde o negro se destaca é no
futebol e outras modalidades de esporte, que para ser praticado, não é preciso usar
da inteligência, bastando apenas ter habilidade para a sua pratica. O que qualquer
jovem negro e pobre consegue, só precisando praticar praticar e praticar.
No Pan do México, o Brasil não conseguiu superar nem
mesmo Cuba, um país minúsculo, mas que apesar de ser uma ditadura, setores como
educação e saúde, são levados muito a sério.
Qualquer outro esporte que exija tirocínio ou um
quociente de inteligência (QI) médio, o negro brasileiro não consegue se
destacar, porque o negro brasileiro ainda permanece na senzala, não tendo
nenhum tipo de oportunidade, como o acesso a uma escola de qualidade e um
emprego digno, o que só se consegue com muitos anos de estudo.
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA),
Barack Obama, só chegou aonde chegou, porque nasceu e cresceu num país, onde a
democracia racial não é plena, mas onde todas as raças podem aspirar à ascensão
social. A presidenta da Xerox Corporation, Úrsula Burns é outro bom exemplo, do
que um norte-americano, negro, hispânico, oriental ou mulçumano possa chegar - desde
que estudem muito e alimentem o sonho amreciano.
Barack Obama é graduado em Ciências Políticas pela
Universidade de Columbia de Nova York e em Direito pela Universidade de Harvard.
Após a conclusão dos seus estudos formais, Obama trabalhou como líder comunitário,
advogado na defesa de direitos civis e como professor de direito constitucional
na escola de direito da Universidade de Chicago.
O negro para competir em qualquer área nos EUA, tem
que ser melhor do que o branco. Consciente dessa realidade é que o negro
americano caminha para se igualar ou até mesmo superar o branco, como já vem
acontecendo em diversas áreas.
Enquanto que no Brasil o negro só agora começa a
despertar para essa consciência, como mais de 100 anos de atraso. O negro
brasileiro só atinge o posto de general, só na banda de música, que não é das
Forças Armadas e Almirante Negro, só no samba imortalizado pelos compositores
Aldir Blanc e João Bosco. Brigadeiro negro no Brasil, só mesmo doce feito de chocolate, que é marrom.
E pasmem! Segundo pesquisa recente, no Brasil 56% da
sua população é formada de negros e pardos. O que significa dizer, que os
negros e os pardos continuam trabalhando para que o poder continue nas mãos
daqueles que desde a fundação deste país, são os donos dos nossos destinos.
Ao negro brasileiro ainda falta muito para atingir o nível de desenvolvimento intelectual do negro norte-americano. Ainda nos falta também, consciência política e vontade para invertermos o jogo.
Mas o nossor principal problema continua sendo, o fato de muitos negros não se reconhecerem como negros. O ex-jogador Ronaldo Fenômeno, que tem o cabelo pixaim, não se reconhece como tal.
Ao negro brasileiro ainda falta muito para atingir o nível de desenvolvimento intelectual do negro norte-americano. Ainda nos falta também, consciência política e vontade para invertermos o jogo.
Mas o nossor principal problema continua sendo, o fato de muitos negros não se reconhecerem como negros. O ex-jogador Ronaldo Fenômeno, que tem o cabelo pixaim, não se reconhece como tal.
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