sábado, 26 de janeiro de 2013

Falha da Folha de São Paulo no tocante à informação sobre o Maranhão


(imagem meramente ilustrativa)

Erro de informação

Ao fazer um balanço da produção de energia elétrica no país, o jornal Folha de S. Paulo apresentou um quadro integralmente errado em relação ao Maranhão. Publicou que o estado tem uma hidrelétrica "prevista", ou seja, ainda a caminho, quatro termelétricas - sendo uma "atrasada" e três "previstas" - e quatro parques para a produção de energia elétrica, sendo um "atrasado" e três "previstos". Tudo errado. Para começar, a hidrelétrica "prevista" foi concluída no ano passado e já está funcionando a todo vapor desde então, com capacidade de gerar 1.087 megawatts. Trata-se da Hidrelétrica de Estreito, um megaprojeto cuja implantação custou R$ 5 bilhões e foi inaugurada no ano passado com a presença da presidente Dilma Rousseff e da governadora Roseana Sarney. O erro mais surpreendente está relacionado com as termelétricas. O Maranhão não tem "uma usina atrasada e três previstas". Ao contrário, são cinco termelétricas, sendo duas já concluídas e em operação e uma em fase adiantada de implantação, e outras duas já saindo da planta. Em operação estão a UTE Itaqui, em São Luís, pertencente à MPX Energia, com capacidade para produzir 360 mega wats, e a UTE Gera Maranhão, localizada em Miranda do Norte, com capacidade para 330 mega wats. A UTE Parnaíba, localizada em Santo Antonio dos Lopes, propriedade da MPX Energia, reúne várias usinas num gigantesco complexo com capacidade para gerar 3.722 mega wats. Outras duas estão planejadas para a região, onde foi encontrada uma reserva de gás natural equivalente a uma "Bolívia". É isso aí. Fonte: blog Maranhão, meu tesouro, meu torrão

Em TempO:

Esse preconceito que a grande mídia nacional estimula contra o estado do Maranhão, tem um lado positivo: obriga os governantes maranhenses a trabalharem em dobro, pelo crescimento econômico de um Estado que dispõe de um grande potencial energético, o insumo básico para a indústria. A infraestrutura montada no estado do Maranhão, permite a esse estado nordestino, desenvolver-se independentemente do governante de plantão. O que muita gente e parte da grande imprensa desconhece. Uma imprensa que só divulga um estado, quando lhe interessa particularmente. (Dom Severino)

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