(imagem meramente ilustrativa)
Erro de informação
Ao fazer um balanço da produção de energia elétrica
no país, o jornal Folha de S. Paulo apresentou um quadro integralmente errado
em relação ao Maranhão. Publicou que o estado tem uma hidrelétrica
"prevista", ou seja, ainda a caminho, quatro termelétricas - sendo
uma "atrasada" e três "previstas" - e quatro parques para a
produção de energia elétrica, sendo um "atrasado" e três
"previstos". Tudo errado. Para começar, a hidrelétrica
"prevista" foi concluída no ano passado e já está funcionando a todo
vapor desde então, com capacidade de gerar 1.087 megawatts. Trata-se da
Hidrelétrica de Estreito, um megaprojeto cuja implantação custou R$ 5 bilhões e
foi inaugurada no ano passado com a presença da presidente Dilma Rousseff e da
governadora Roseana Sarney. O erro mais surpreendente está relacionado com as
termelétricas. O Maranhão não tem "uma usina atrasada e três
previstas". Ao contrário, são cinco termelétricas, sendo duas já
concluídas e em operação e uma em fase adiantada de implantação, e outras duas
já saindo da planta. Em operação estão a UTE Itaqui, em São Luís, pertencente à
MPX Energia, com capacidade para produzir 360 mega wats, e a UTE Gera Maranhão,
localizada em Miranda do Norte, com capacidade para 330 mega wats. A UTE
Parnaíba, localizada em Santo Antonio dos Lopes, propriedade da MPX Energia,
reúne várias usinas num gigantesco complexo com capacidade para gerar 3.722
mega wats. Outras duas estão planejadas para a região, onde foi encontrada uma
reserva de gás natural equivalente a uma "Bolívia". É isso aí. Fonte: blog Maranhão, meu tesouro, meu torrão
Em TempO:
Esse preconceito que a grande mídia nacional
estimula contra o estado do Maranhão, tem um lado positivo: obriga os
governantes maranhenses a trabalharem em dobro, pelo crescimento econômico de
um Estado que dispõe de um grande potencial energético, o insumo básico para a
indústria. A infraestrutura montada no estado do Maranhão, permite a esse estado
nordestino, desenvolver-se independentemente do governante de plantão. O que
muita gente e parte da grande imprensa desconhece. Uma imprensa que só divulga
um estado, quando lhe interessa particularmente. (Dom Severino)

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