por Leão Arouche Neto
O
otimismo da presidente Dilma Rousseff, pode até ser encarado com ceticismo
pelos brasileiros em geral, mas ele se impõe, porque senão, o pessimismo
acabará contaminando os investidores brasileiros, que deixarão o seu espírito
animal de lado e irão aguardar pelo resultado e os efeitos na economia das
políticas implementadas pelo governo federal, que visam estimular a produção e
o consumo. A desoneração de alguns setores da economia, faz parte do pacote de
estimulo do governo federal.
A presidente Dilma Rousseff reiterou nesta sexta-feira que acredita que
a economia brasileira vai crescer "muito" e voltou a criticar, como
fez ao anunciar a redução na tarifa de energia, o pessimismo daqueles que não
acreditam no crescimento do país.
A criação de empregos com carteira assinada caiu 35,7% em 2012, no pior
resultado em uma década, com o recuo da oferta de emprego em todos os setores
da economia, mas o governo projetou a criação de dois milhões de vagas para
este ano.
Essa
notícia acima caiu como uma ducha de água fria no animo dos empresários
brasileiros e estrangeiros. Contra esses dados divulgados recentemente sobre o
desemprego, a presidente Dilma Rousseff reage e projeta a criação de milhões de
empregos. Isso de certa maneira, infunde um animo novo naqueles, que
tem realmente o poder de gerar empregos, no caso, os empresários. A presidente
faz a sua parte, quando favorece o crédito, reduz os juros e desonera também a
folha de pagamento.
Neste momento, não vale aposta no quanto pior melhor. É que nós todos
estamos num mesmo barco, sem colete salva-vidas.
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