por Tomazia Arouche
Eu não invejo a vida dos ricos e poderosos, porque são vidas
artificiais. Vidas consumidas pelo medo de perder o já conquistado; o que os
impede de serem verdadeiros e inteiros numa relação. Qualquer que seja a
relação: de amizade e amorosa, porque eles estão sempre com o pé atrás, ou
seja, pensando sempre que as pessoas que gravitam ao seu redor são falsas e
interesseiras. Já o pobre ou a pessoa de vida mediana, esse quando se envolve
numa relação, se coloca inteiro, o que acaba realizando e preenchendo
plenamente o outro. O rico e poderoso até quando está fazendo amor, tem a sua
mente invadida e dividida entre o prazer e a perspectiva de um grande negócio
ou o medo de perder algum dinheiro numa transação comercial mal sucedida. Tem gente
que prefere ser rico e poderoso. Eu prefiro ser feliz, com o que me basta, realiza
e completa. Muitos homens de negócios fazem uso de Viagra, mesmo sem sofrerem
de disfunção erétil, só para que na hora “H” não sofram um apagão, que às vezes
acontece em função de um pensamento estranho a relação sexual.
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