O governador do estado de Pernambuco Eduardo Campos
(PSB), para não bater de frente com a candidata Dilma Rousseff, de quem foi um
fiel colaborador durante muito tempo, vai usar um discurso que versa sobre inovação, como mote da
sua campanha. O termo mudança, na avaliação da cúpula do Partido Socialista
Brasileiro (PSB), não cabe no discurso de Dudu Beleza, haja vista, a longa
parceria do governador Eduardo Campos, com os governos do Partido dos
Trabalhadores (PT).
Mas para que Eduardo Campos venha a disputar a
presidência da república com chance de vitória, ele vai ter que mostrar às
deficiências e os fracassos do modelo petista de governar, mesmo que para isso
ele tenha que romper os laços que o prendem ao PT e a Luís Inácio Lula da
Silva. Mostrar o fracasso do tripé segurança pública, educação e saúde, se torna imprescindível,
até porque, sem estabelecer diferenças entre os dois projetos de governo e
mostrar a realidade para os brasileiros, à candidatura do pernambucano Eduardo
Campos não faz sentido.
Como o modelo petista está esgotado, um discurso
pautado na renovação, poderá fazer eco na sociedade brasileira e despertar o
povo brasileiro, para um mundo novo e com novas perspectivas de crescimento e
desenvolvimento.
O Brasil sem um choque de gestão e uma nova cultura
política, estará fadado ao atraso e ao subdesenvolvimento. Temos pressa.
Mas o PSB que pretende governar o Brasil, não pode
seguir o exemplo do presidente da Câmara Municipal de Teresina, o vereador
Rodrigo Martins, que no primeiro movimento grevista que teve que encarar,
apelou logo para proteção da policia, que chegou barbarizando, segundo o
deputado estadual Cícero Magalhães (PT).
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