Alemanha, Reino Unido e França são o triunvirato decisivo
na negociação do orçamento da UE para os próximos sete anos.
A
cupula, que se inicia esta quinta-feira, em Bruxelas, está marcada por fortes
divisões sobre o montante global e a distribuição das verbas.
Mas
Alexander Stubb, um governante da Finlândia, acredita que haverá fumo branco:
“Nunca se sabe como estas cupulas correm. Algo inesperado pode acontecer;alguém
pode ficar frustrado ou fazer um bloqueio - mas penso que já é tempo de chegar
a um acordo sobre este orçamento que no final das contas representa apenas 1%
da riqueza criada em toda a UE”.
Os
países do leste e do sul, como Portugal, pedem mais investimento para enfrentar
a crise. Já os países do norte querem austeridade de forma a evitar contribuir
com mais dinheiro do que já fazem.
O
analista do centro de estudos Bruegel, Andre Sapir, explica: “tudo como antes”
podia ser o nome deste jogo, já que se fazem pequenas alterações de forma a que
cada líder regresse ao seu país a cantar vitória, seja pelo valor final do
orçamento, seja pelo quinhão que obtiveram e de onde virá esse dinheiro”. Com euronews
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