Mulheres de diversas entidades do
movimento social organizado realizam amanhã, a partir das 9 horas, em frente ao
Palácio de Karnak, protesto contra lentidão proposital da polícia em investigar
e prender o assassino da funcionária pública Yone Sousa, de 45 anos, encontrada
morta com dois tiros na quarta-feira da semana passada em seu local de
trabalho, na cidade Picos.
De acordo com Maria Lúcia de Oliveira, da coordenação da UMP, Yone
Sousa, que também era militante de movimentos sociais na cidade, foi
brutalmente abatida, sem chance de defesa, no seu local de trabalho,
a Agência de Defesa Agropecuária (Adapi). De acordo com a dirigente da UMP,
Yone Sousa vinha denunciando o ex-companheiro de sua filha, que a agredia e
ameaçava.
Em virtude das agressões e ameaça, a filha de Yone teve que sair fugida
de Picos e hoje se encontra confinada em casa de abrigo em Teresina. Para a
UMP, não há dúvidas de que o principal suspeito da morte de Yone seja o
ex-companheiro de sua filha e que a polícia não tem dado a importância devida
para desvendar este crime.
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