quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Ratzinger teria sido obrigado a renunciar?


“O Pontificado do Papa Ratzinger não foi simples. Já em 10 de fevereiro de 2012, um jornal italiano, “Il Fatto Quotidiano”, publicou um documento segundo o qual Bento XVI corria o risco de um atentado. Este artigo provocou um escândalo.

No dia 10 de fevereiro do ano passado, a manchete do “Il Fatto Quotidiano” fez tremer a Igreja Católica. O jornal revelava uma rede de relações perigosas e anunciava a morte de Bento XVI, no prazo de um ano. Segundo a direção do jornal, o porta-voz do Vaticano ameaçou processar o quotidiano, mas depois desistiu da ideia.

“ O padre Lombardi foi obrigado a admitir que o documento de que falamos existia realmente, mas disse que não devia ser levado em consideração, que tudo não passava de uma fantasia. Neste momento, constatamos que é o contrário, que as informações sobre às lutas clandestinas no interior do Vaticano eram reais”, afirma o diretor, Antonio Padellaro.
O artigo revelava às relações azedas entre Joseph Ratzinger e o seu secretário de Estado, Tarcísio Bertone e as alegadas declarações do cardeal Paolo Romeo, na China, segundo as quais, o Papa teria apenas um ano de vida.
Citando fontes internas da Igreja, o jornal dizia que Bento XVI estava a preparar o arcebispo de Milão, Angelo Scola, para lhe suceder, mas que este conta também com muitos inimigos no seio do Vaticano. com euronews

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