quarta-feira, 10 de abril de 2013

Eduardo Campos coloca estrategicamente distância entre ele e o PT



O governador do estado de Pernambuco Eduardo Campos, provável candidato à presidência da república em 2014, não perde uma oportunidade para criticar o governo Dilma Rousseff, como fez ontem em Porto Alegre ao dizer que: “Na hora que se usa mal o recurso, se usa mal a qualidade, não se dá o próximo passo. Sobretudo na área social. O Brasil sabe que precisamos de passo adiante, precisamos de uma política social 2.0, que rompa o ciclo da pobreza, mas não se faz isso com serviço público ineficiente ou aumentando tributos”.

Com essa afirmação acima, Eduardo Campos, veladamente critica a política social dos sucessivos governos petistas, com ênfase numa política social, que não cria uma janela para os dependentes de uma social, que ao invés de reduzir o número dos seus participantes, aumenta, embora o governo federal viva comemorando o crescimento e o desenvolvimento econômico do país.  

Se o país vem melhorando os seus indicadores sociais, registra pleno emprego, como propala as autoridades governamentais, o lógico seria a queda gradativa do número de brasileiros cadastrados no programa Bolsa Família. Mas infelizmente, não é isso que está acontecendo. A cada ano o governo de plantão anuncia com certo júbilo o aumento do número de famílias cadastradas nesse programa e o aumento do valor a ser pago.  

Não há na atitude do presidenciável Eduardo Campos, nenhum gesto de ingratidão para com o PT e Dilma. Ser ou aspirar a ser candidato é um direito de todo cidadão brasileiro. O Partido dos Trabalhadores (PT) pelo tempo excessivo que permanece no governo e pelo fracasso em políticas como as de transporte, segurança, saúde e educação pública e o Mar de Lama em que está engolfado, precisa dar lugar a outros partidos que não estejam tão desgastados.  

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