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Silvio ao lado de Marcelo quando do anuncio da desistência do peemedebista
da corrida sucessória estadual
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Como será que
está se sentindo o deputado federal Marcelo Castro, ex-pré-candidato ao governo
do estado do Piauí que acabou sendo abatido em pleno voo pelo seu companheiro
de partido, o atual governador Zé Filho que segundo a imprensa agiu contra as
pretensões do presidente do diretório estadual do PMDB, por ter se sentido 'apunhalado' pelo ex-governador Wilson Martins que armou um chapa para disputar
o governo, a vice-governança e uma vaga no Senado, sem levar em consideração o
acordo feito em 2010 com o seu ex-companheiro de governo -, ao receber a notícia
dando conta de que o seu ex-companheiro de chapa Silvio Mendes aderiu ao
governo? Duplamente traído.
Como diz o titulo de uma peça escrita pelo dramaturgo,
diretor e ator Marcos Caruso, “Trair e Coçar é Só Começar”; na política a coisa
segue o mesmo diapasão, ou seja, para um político trair o outro, ele só precisa
de uma boa justificativa para explicar a sua decisão.
Mas, vai ficar muito difícil para o ex-prefeito de
Teresina Silvio Mendes, que esteve ao lado do pré-candidato Marcelo Castro no
momento em que anunciou para todo o estado do Piauí que estava desistindo do
seu projeto por razões estranhas, justificar ao próprio Marcelo e ao eleitor a
sua decisão, o que já está sendo encarado pelo povo piauiense como uma traição a
um amigo que acreditou na sua honestidade de propósito. Qualquer outro nome poderá o PSDB indicar para compor uma chapa com Zé Filho, menos Silvio Mendes, em nome
da ética e da amizade sincera. O bom senso recomenda isso.

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