O PMDB cometeu um grande erro ao embarcar na ‘canoa
furada’ do então governador Wilson Martins (PSB), que do alto da sua soberba se
julgava a maior liderança política do estado do Piauí de ‘todos os tempos’. É
que Wilson Martins apoiado numa publicidade, antes nunca vista no estado do
Piauí se julgava o mais esperto, ladino e tarimbado político mafrense ao ponto
de atropelar um processo natural, no caso, a candidatura do governador Zé Filho
a sua própria sucessão. Zé Filho que foi humilhado, tripudiado e considerado
por Wilson Martins, como um político inexpressivo e sem vontade própria ao
optar pelo nome de Marcelo Castro como o seu candidato à sucessão estadual. O
que acabou por mexer com a auto estima e o amor próprio do atual governador, que
magoado, esse é termo que melhor define o sentimento que moveu Zé Filho no sentido
constranger o deputado federal Marcelo Castro ao fazê-lo desistir do seu projeto
político.
O PMDB que já estava divido, com a vitória de Zé
Filho sobre Marcelo Castro ficou despedaçado, fragmentado, estilhaçado e menor.
Com essa decisão do governador em romper com o governo Dilma Rousseff e com o
PMDB Nacional, o PMDB piauiense implodiu de vez.
Com o PMDB dividido em vários pedaços, vai sobrar
uma parte para o Partido dos Trabalhadores (PT) e outra parte para o medico Mão
Santa.
Nem Deus, com todo o seu poder e glória conseguirá
reunificar o PMDB piauiense. Quem vive verá!
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