quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não há no mundo ‘goma arábica’ que junte os pedaços do PMDB

O PMDB cometeu um grande erro ao embarcar na ‘canoa furada’ do então governador Wilson Martins (PSB), que do alto da sua soberba se julgava a maior liderança política do estado do Piauí de ‘todos os tempos’. É que Wilson Martins apoiado numa publicidade, antes nunca vista no estado do Piauí se julgava o mais esperto, ladino e tarimbado político mafrense ao ponto de atropelar um processo natural, no caso, a candidatura do governador Zé Filho a sua própria sucessão. Zé Filho que foi humilhado, tripudiado e considerado por Wilson Martins, como um político inexpressivo e sem vontade própria ao optar pelo nome de Marcelo Castro como o seu candidato à sucessão estadual. O que acabou por mexer com a auto estima e o amor próprio do atual governador, que magoado, esse é termo que melhor define o sentimento que moveu Zé Filho no sentido constranger o deputado federal Marcelo Castro ao fazê-lo desistir do seu projeto político.

O PMDB que já estava divido, com a vitória de Zé Filho sobre Marcelo Castro ficou despedaçado, fragmentado, estilhaçado e menor. Com essa decisão do governador em romper com o governo Dilma Rousseff e com o PMDB Nacional, o PMDB piauiense implodiu de vez.

Com o PMDB dividido em vários pedaços, vai sobrar uma parte para o Partido dos Trabalhadores (PT) e outra parte para o medico Mão Santa.

Nem Deus, com todo o seu poder e glória conseguirá reunificar o PMDB piauiense. Quem vive verá!  

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