É uma grande bobagem acreditar que só o fato do ministro
de Minas e Energia, Edson Lobão trocar o comando da Eletrobras-PI Distribuição,
os problemas crônicos dessa concessionária estarão resolvidos. O maior problema
da Eletrobras-PI é a falta de recursos para a melhoria da sua rede de distribuição
que está toda sucateada.
Hoje em dia, com os recursos da tecnologia, como vídeoconferência,
skipe e outros instrumentos de comunicação on-line,
o presidente dessa empresa poderá se quiser e o ministro do MME
autorizar, residir até em Roma, que dirá na cidade do Rio de Janeiro.
Essa troca de comando da Eletrobas-PI é pura mise-em-scène ou arte da encenação,
como queiram, porque, do que mais precisa essa concessionária de energia
elétrica – é de recursos para investimentos. A coisa está tão feia para o lado
dessa empresa que ela não dispõe de meios sequer para construir em plena zona
urbana da sede do município de São Raimundo Nonato de uma rede de 200 metros.
O engenheiro Marcelino da Cunha Machado é um profissional
muito competente, mas de nada valerá a sua competência e experiência sem o
socorro imediato da Eletrobrás Mãe.
Em
TemPo:
A Eletrobas-PI, além do maranhense Marcelino Neto tem
também o gerente financeiro, Ronaldo Braga que assim como o novo presidente da
Eletrobras-PI trabalhou durante muitos anos na CEMAR.
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