quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Um estado que carece de um grande líder

Até quando o estado do Piauí continuará sendo tratado com um estado de segunda categoria? Essa é a pergunta que todos os piauienses vivem se fazendo depois que o segundo governo da presidenta Dilma Rousseff foi montado, empossado e não consta do primeiro escalão o nome de nenhum piauiense.   

O único que poderia ter sido convocado pela presidenta Dilma Rousseff, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), após o seu nome ter sido citado na Operação Lava Jato, se recolheu em copas e está se dando por satisfeito por não poder indicar o nome do futuro presidente da CODEVASF.

O estado do Piauí, que em duas décadas elegeu três governadores petistas e que sempre deu vitória aos candidatos à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT), nunca teve a sua importância reconhecida, como um estado petista.

Sob os mandatos de Lula e Dilma Rousseff, o PT piauiense foi menos prestigiado que o PSB do ex-governador Wilson Martins e o PP do senador Ciro Nogueira.

O Piauí precisa eleger em 2018 um político com dimensão nacional e que seja respeitado e valorizado pelo Palácio do Planalto. O estado não tem, na atualidade, um representante no Congresso Nacional que seja admirado e respeitado pela sua inteligência e engenhosidade política.

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