quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Unamo-nos pelo Piauí

Quem investir no quanto pior melhor, de olho no futuro político do estado comete um grave erro, isso porque se todos nós piauienses não nos unirmos para que o governo de Wellington Dias dê certo, nenhum dos nossos políticos terá um futuro.  É que a conjuntura nacional e internacional não nos favorece e isso está a exigir de todos nós um esforço comum para que o estado do Piauí continue avançando nas conquistas sociais e que consiga romper em definitivo com as barreiras que impedem um estado rico em potencialidades de cumprir a sua verdadeira vocação, que é o de se transformar num estado desenvolvido.

O momento que o Brasil está vivendo é de extrema gravidade, o que está a exigir de todos nós brasileiros espírito de solidariedade e cooperação para que possamos superar uma grave crise financeira e, sobretudo moral, que faz com que os investidores internacionais busquem economias mais maduras e países que sofram ameaçam de uma crise institucional. Num momento como esse de grande dificuldade, o sacrifício e o espírito patriótico deve ser redobrado porque nós ainda somos o estado mais pobre e vulnerável da federação. Uso a frase do maior presidente dos EUA, o inesquecível John Fitzgerald Kennedy que diz: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”, para convocar o povo piauiense para se unir em torno de um projeto de salvação deste estado. De salvação mesmo e não reside na palavra salvação, nenhum exagero.

Ontem aqui neste espaço o colaborador Joachim Arouche escreveu um texto onde ele sugere com o seu artigo “Precisamos construir com urgência um pacto nacional” aos nossos governantes convocar a nação brasileira para a formação de um pacto nacional (inspirado no Pacto de Moncloa da Espanha. Eu aproveitando a deixa, proponho aos governantes piauienses um pacto de governabilidade que deve partir dos três poderes.   

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