sexta-feira, 8 de maio de 2015

Nós somos todos uns hipócritas



Nós somos todos hipócritas. Desse rol não escapa ninguém, sobretudo, as nossas autoridades eclesiais e políticas, porque usam a ingenuidade das pessoas puras e ignorantes, para se manterem no poder. É uma gente hipócrita e covarde, como diz o saudoso cantor e compositor Cazuza, numa das suas belas e engajadas canções.

A explosão demográfica, todos sabem é a raiz de todos os males que a humanidade enfrenta. E ninguém nos discursos oficiais, ousa dizer isso que eu estou afirmando.

Os EUA, a Europa e o Brasil estão convivendo com o gravíssimo problema da imigração. O imigrante é uma gente que via de regra não acrescenta nada de bom para a nação que o acolhe, porque, na sua expressiva maioria são pessoas sem nenhuma qualificação profissional e que com as suas presenças, o estado acolhedor vai ter que se virar para oferecer aos refugiados, casa, comida, escola, hospital e outros serviços. E o que é mais grave: essa população formada por gente de baixa ou nenhuma escolaridade, não tem consciência do seu problema e do problema que acarretará ao país que as acolheu ao continuar parindo como parem os ratos.

O problema das drogas passa necessariamente pela superpopulação, uma vez que as famílias numerosas exercem pouco controle sobre a prole, o que obriga o filho desassistido e desajustado a buscar nas ruas àquilo que não tem em casa e nessa procura vã, acaba fatalmente sendo recrutado pelo mundo da contravenção e se transforma numa pessoa viciada e trabalhadora de uma atividade comercial marginal.

Só com voluntarismo e ações isoladas não transformaremos este planeta num ambiente habitável.
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