segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Do paraíso ao inferno em quatro mandatos


Lula da Silva e os seus novos companheiros (a patota)


Os petistas que até o final do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva se ufanavam de serem integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) e se sentirem orgulhosos ao exibirem os seus anéis de tucum, suas camisas vermelhas e os seus broches; no segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff andam cabisbaixo, abatidos moralmente e envergonhados por serem filiados a um partido que institucionalizou no país à corrupção.

Os petistas que chegaram ao poder comprometidos em promover uma ruptura com o passado e expurgar da cena política nacional, os políticos viciados e atrasados, acabaram se transformando em peemedebistas, demos, pepistas, comunistas e trabalhistas. Companheiros de Paulo Maluf, Michel Temer, Ciro Nogueira, Renan Calheiros, Roberto Jefferson, Romero Jucá, Waldir Raupp, Henrique Eduardo Alves, Edson Lobão e Sarney.

Quando um homem da estatura moral do promotor de justiça aposentado Hélio Bicudo, um ex-petista resolve pedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff é porque o Brasil chegou ao fundo poço no plano econômico e chafurda na lama no plano moral.  

Não defendo o impeachment de Dilma Rousseff, porque acredito que lançar mão de uma medida extrema como o impeachment num momento tão delicado como este que o país atravessa ao invés de ajudá-lo a sair dessa crise, pelo contrário, empurra o Brasil para mais próximo do abismo.   

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