terça-feira, 15 de setembro de 2015

Eduardo Cunha: “o inimigo numero um do Brasil”



Eduardo Cunha com a sua cara de danado


Só uma pessoa fora do seu juízo normal é capaz de gostar do aumento da carga tributária e do número de impostos. Ainda mais se os aumentos ocorrem em países como o Brasil, onde o que o contribuinte pago na forma de impostos não retorna para a sociedade na forma de benefícios, como saneamento básico, educação e saúde.

Na realidade ninguém gosta de pagar impostos, até mesmo os naturais de países desenvolvidos, onde a população tem acesso a serviços de boa qualidade, como os países da Europa. Mas existem momentos em que o cidadão, embora não goste se sacrificar pelo seu país, como é o caso do cidadão brasileiro - que não se sente satisfeito com a sua classe dirigente e, por conseguinte não tem motivos para ser patriota, mas por uma questão de sobrevivência e de salvação nacional, nós todos somos obrigados a fazer mais um sacrifício pelo Brasil, embora este país não mereça.

O cidadão comum, aquele perdeu o emprego ou está em vias de perdê-lo, já se deu conta de que a situação que este país atravessa é extremamente difícil e consciente de que é preciso evitar o desastre, está disposto aceitar a recriação da CPMF e de outras medidas amargas que o governo acaba de anunciar ao país. Mas, o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha que trava uma guerra particular com a presidenta Dilma Rousseff está mesmo querendo é ver o circo pegar fogo. Um fogo que poderá queimá-lo. É que se o Brasil pegar fogo ninguém escapará ileso. 

O Congresso Nacional vai ter que votar e aprovar a recriação da CPMF e se não fizer, caso o barco chamado Brasil afunde, o prejuízo vai ser debitado na conta daqueles que seguiram as orientações de Eduardo Cunha.

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