domingo, 13 de setembro de 2015

Eu prefiro os militares ao PMDB





Uma turma da pesada, para dizer o mínimo

É óbvio que eu não concordo com torturas e crimes  praticados por militares e “revolucionários”.
 
Os militares que salvaram o país de uma ditadura no molde da cubana, montaram  a maior infraestrutura de desenvolvimento do país, o que permitiu ao Brasil ocupar a invejável posição de 8ª economia mundial. De lá pra cá, este país nunca investiu tanto em infraestrutura. Houve corrupção nos governos militares? É provável que tenha havido, mas não na dimensão do que vem ocorrendo neste país a partir da sua redemocratização.

A oposição se articula com as ruas para pedir o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, para colocar no seu lugar o vice-presidente Michel Temer - que comanda um partido que tem mais corrupto por metro quadrado do que qualquer outro partido brasileiro; até mais do que o Partido  dos Trabalhadores (PT) que há 13 anos governa esta Casa da Mãe Joana. Não é à toa que o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o presidente do Senado, Renan Calheiros e o senador e ex-ministro de Minas e Energia (MME) constam da lista do Procurador Geral da República (PGR) como suspeitos de participação no monumental escândalo da Petrobrás, conhecido como Petrolão, numa alusão ao não menos rumoroso escândalo do Mensalão.

Se a grande imprensa acha que Dilma Rousseff sabia da existência do Petrolão, o seu vice-presidente também deve saber, por que ele e o seu partido participaram diretamente do terceiro e quarto governo petista. Ai surge uma pergunta que não quer calar: que moral tem o PMDB para aspirar assumir o lugar hoje ocupado por Dilma Rousseff? A moral do prostíbulo ou puteiro, como é popularmente conhecido o lugar onde o homem troca sexo por dinheiro.

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