segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Brasil: um país que 'banca' o melhor ensino para ricos


O professor José Carlos Azevedo, no século já levantava sua voz contra esse absurdo e criticava a falsa ideia da democratização do acesso à universidade pública no Brasil.

O país está realizando neste mês, um exame que permite ao estudante do ensino médio ingressar no terceiro grau. Um exame que substitui o antigo vestibular. Tanto o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como o vestibular são exames que permitem aos ricos e à classe média alta ingressarem no ensino universitário público. O que acaba sendo uma disputa desleal entre o estudante pobre e o rico.

O estudante rico que acaba sendo um estudante profissional, por dispor de muito mais tempo e instrumentos para estudar, leva uma grande vantagem sobre o estudante pobre - que trabalha e o tempo que lhe sobra é pequeno e o cansaço acaba comprometendo o seu estudo. Isso obriga o pobre que deseja ingressar na universidade a fazer um esforço adicional, isto é, pagar para estudar, enquanto que o rico estuda de graça.

É inegável que a universidade federal é quem oferece um ensino de qualidade mais bem avaliado, porque ela dispõe de um instrumental melhor.       

No Brasil tudo funciona diferentemente dos países ricos e desenvolvidos.

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